14.06.09 – Decretos são sementes.
Tiago 3:9-12
9 – Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.
10 – De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.
11 – Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?
12 – Meus irmãos, podem também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim, tão pouco pode uma fonte dar água salgada e doce.
Deuteronômio 30:19
19 – Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição: escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua semente.
Todo decreto é como semente a se manifestar em um fruto no futuro. Eles podem sem para vida ou morte, benção ou maldição, vitória ou derrota. Tudo o que você espera do futuro depende do que é plantado hoje. Até mesmo sua personalidade é fruto de decretos. De Gênesis a Apocalipse, milhares de palavras de bênçãos existem para que você se aproprie delas.
Da mesma forma existem decretos que são emitidos não com o objetivo de abençoa-lo. O que fazer diante desses decretos? Hoje, o próprio Deus dará condições para quebrá-los. Segundo o escritor Tiago, podemos usar nossa boca para bênção ou maldição, vida ou morte. O que você tem semeado diariamente? O tempo todo, ficamos inconstantes naquilo que cremos. Somos aqueles que mais decretamos sobre nos mesmos.
É preciso tomar cuidado com o que decretamos, principalmente em momentos de ira ou nervosismo. Em situações cotidianas como o transito, sempre somos levados a declarar negativamente sobre pessoas.
Na própria Bíblia encontramos exemplos diferentes sobre a importância dos Decretos. Davi era aquele acalmava o rei Saul com sua harpa e canções, ou seja, decretos de vida que expulsavam os demônios que atormentavam o monarca. Por outro lado, I Samuel capítulo dezesseis relata a história da maldição sobre o monte Gilgoa, um lugar antes rico e próspero, agora, em função da palavra de uma pessoa de Deus, transformado em lugar estéril e sem vida. Nos momentos de ira não racionamos, na verdade maquinamos o mal.
Pessoas, famílias e casas são frutos dos decretos de Deus. Deus está, em todo o tempo, declarando palavras de vida sobre os seus filhos. Em Jeremias 1:7-10 lemos e entendemos que somos canais de bênção ou maldição. Como canais, isso significa que primeiro passa por nós, bênção ou maldição passa por nós primeiro, depende do que eu decreto. Contudo, nenhuma palavra de morte, maldição ou derrota vem de Deus.
Quando abrimos nossa boca para emitir decretos, ou atraímos a glória de Deus ou a ira do inferno sobre nós. Você decide o que atrair com aquilo que sai da sua boca. O sacerdote era e continua sendo aquele que tem autoridade, concedida por Deus, para emitir decretos e para quebrá-los.
O que você então tem decretado sobre seus pais?
E sobre seus filhos? Sobre seus parentes? E por que não perguntar sobre o seu próximo?
Em 2 Reis capítulo 5 lemos a história da cura da lepra de Naamã. Após sua cura, o senhor do exército ofereceu ao profeta Eliseu o pagamento pelo seu milagre. Ele recusou, mas seu servo Geazi, movido pela ambição e motivos errados correu até Naamã e recebeu deste, em nome do profeta (se tratava de uma mentira, era para seu próprio proveito) o pagamento pela cura. Eliseu amaldiçoou seu servo com a mesma lepra que cobria o corpo de Naamã.
Milhares de anos depois, Jesus cura 10 leprosos e apenas um volta para agradecer. Quem era ele? Descendente de Geazi. Jesus, o sumo sacerdote, autoridade sobre todos era o único que podia quebrar o decreto sobre sua vida. Muitos buscam a Deus para um milagre, mas poucos voltam para agradecer.
Fomos chamados para abençoar e não amaldiçoar. Quem esta falando através da sua boca? Se for Deus, com certeza sairão dela palavras de bênçãos, sempre.
Leia: Levíticos 27:14
E quando algum santificar a sua casa para ser santa ao Senhor, o sacerdote a avaliará, seja boa ou seja má; como o sacerdote a avaliar, assim será.
Deus abençoe a todos.
Pr. Roberto
Rede de Casais