Ser ou não ser

Quando criança, os garotos no pátio de recreação citavam brincando a famosa frase de Shakespeare: “Ser ou não ser —eis a questão!” Mas na realidade nós não entendíamos o que ela significava. Mais tarde aprendi que o herói de Shakespeare, Hamlet, que fala estas palavras, é um príncipe melancólico que soube que seu tio matou seu pai e casou com sua mãe. O horror que ele sentiu é tão perturbador que ele pensou em suicídio. A questão para ele era: “ser” (seguir vivendo) ou “não ser” (tirar sua própria vida).

Às vezes, a dor na vida pode tornar-se tão devastadora que somos induzidos ao desespero. O apóstolo Paulo disse à igreja de Corinto que sua perseguição na Ásia fora tão intensa que ele estava “a ponto de desesperarmos até da própria vida” (2 Coríntios 1:8). Mas ao concentrar-se novamente em Deus que o sustentava, fortaleceu-se em vez de sentir-se sobrecarregado e aprendeu: “para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos” (v.9).

As provações podem nos fazer crer que a vida não é mais digna de ser vivida. Focalizar-nos em nós mesmos pode nos levar ao desespero. Mas ao depositarmos nossa confiança em Deus teremos uma perspectiva totalmente diferente. Enquanto vivermos neste mundo, podemos ter certeza que a suficiência de nosso Deus irá nos sustentar. E como Seus seguidores, sempre teremos um propósito divino para “ser”. —HDF

As provações nos levam a refletir; a reflexão nos torna sábios; a sabedoria torna a vida proveitosa.

 

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