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	<title>Monte Sião - Uma Igreja de Atos &#187; relacionamento</title>
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		<title>Monte Sião - Uma Igreja de Atos</title>
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		<title>Um ministério de relacionamentos sadios.</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 17:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto:
Provérbios 27: 17 :Como o ferro ao ferro se afia, assim o homem ao seu amigo.
A Bíblia é cheia de paradoxos ou antagonismos. Coisas do tipo: aquele que ganha é quem perde. E quem perde, na verdade está ganhando. Você  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/palavra-apostolica/01-08-2010-um-ministerio-de-relacionamentos-sadios/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Texto:</h3>
<h4>Provérbios 27: 17 :Como o ferro ao ferro se afia, assim o homem ao seu amigo.</h4>
<p style="text-align: justify">A Bíblia é cheia de paradoxos ou antagonismos. Coisas do tipo: aquele que ganha é quem perde. E quem perde, na verdade está ganhando. Você é uma pessoa livre quando resolve viver preso a Cristo. O tempo todo isso acontece na Bíblia, antagonismo e dualismo, com o intuito de nos ensinar algo. Este paradoxo trará crescimento.</p>
<p style="text-align: justify">O contexto desse versículo é um ambiente repleto de crescimento, principalmente para uma igreja que vive a visão celular, na qual os grupos pequenos priorizam o relacionamento. Contudo, o mesmo ambiente que pode trazer crescimento, pode trazer incômodos. A amizade pode ser construída neste afiar ou ser destruída pelo atrito. O mesmo acontece em outro relacionamento, como o casamento. Em ambos os casos, estamos falando de relação de permissão entre duas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify">O segredo para o êxito de uma amizade pode ser também o motivo do fracasso. A Bíblia nos ensina que a amizade é construída mediante uma relação dolorosa, mas sempre um local de crescimento, melhorias e de estruturação, mesmo em meio ao atritar e dificuldades.</p>
<p style="text-align: justify">O pior que pode acontecer a uma amizade ou casamento é a falsa convicção de que se conhece tudo sobre o outro, em toda a sua plenitude. Não devemos pensar que conhecemos o outro na sua totalidade ou plenitude e dessa forma, impedirmos a capacidade de aprender ou ensinar ao outro. É triste quando achamos que conhecemos tudo do outro. É ruim do mesmo jeito quando nos fechamos em uma bolha e não nos permitimos enxergar a necessidade de mudança no outro. A possibilidade de surpreender é algo que faz muito bem a um relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify">Os verdadeiros amigos sempre esperam a melhoria do outro. Ele acredita na mudança do outro, assim como acontece com o cônjuge. A falta dessa expectativa leva o relacionamento a um processo de falência. O amor conjugal precisa de alimento e ele se alimenta na alegria do existir do outro. A possibilidade de não mudança pode comprometer um casamento ou uma amizade.</p>
<p style="text-align: justify">Não podemos nos achar confiantes demais num relacionamento. Pelo fato de sermos crentes, termos pastores e líderes, nos sentimos à vontade para ofender, criticar e julgar o outro. Sabe qual é a orientação quanto ao casamento? Não se separe. Com base nisso, utilizam essa desculpa para gritar, passar dos limites, perderem o respeito e até a intimidade de um casal. Porque as pessoas se sentem seguras, julgam e predefinem o outro e não sabe porque o outro se distancia ou fica mais calado e anônimo.</p>
<p style="text-align: justify">Todas as coisas sadias se alimentam de pequenas gentilezas. Em um relacionamento, o sentimento se alimenta de cuidado e carinho. É preciso crer que o amigo e cônjuge são pessoas a quem Deus fala. Não existe apenas a sua voz, mas também a do outro que pode transmitir a voz de Deus a você.</p>
<p style="text-align: justify">O esmeril vai desgastando o ferro. As fagulhas vão moldando o outro, na companhia e permissão da existência do outro. Ao dar início a uma amizade sempre haverá atrito e mudanças. São os momentos das diferenças. Os pensamento e convicções diferentes permitem o crescimento. Não existe alma gêmea. Acorde deste sonho. Ou você está ignorando o próximo ou este relacionamento não está edificando ninguém. Quando há o atrito ou intromissão, há possibilidade de crescimento. Ai eu entendo o paradoxo. Temos a tendência de querer fugir dos atritos. Quando se pensa que não há mais mudanças, matamos nossa amizade e relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify">Este versículo é um exemplo de como deve ser um relacionamento. <em>(Leia Gálatas 2: 11 – 14)</em>. Quando se vê alguém que não procede de acordo com o Evangelho, não podemos ignorar ou colocar panos quentes. Os versos acima citam dois apóstolos. Dizem que em briga de dois elefantes quem sofre é o capim. O caminho de não confrontar, discipular ou afiar o outro não é a orientação bíblica. O confronto tem o objetivo de ensinar e fazer as pessoas dignas do Evangelho. Tem gente que se atrita com bobagens. Alguns valorizam as coisas e não o próximo. O que precisamos fazer, na verdade, é ensinar de acordo com o Evangelho que dita nossas posturas e comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify">A igreja em célula é um ambiente para compartilhar riquezas com o próximo. Eu te protejo e você me protege. Ter panelinha não é o problema. Quem não faz parte de uma panelinha, não tem ninguém para ajudá-lo e por isso, acusam os outros. É um espírito de Caim que quer matar, ficar sozinho, sem amizade e sem atrito.</p>
<p style="text-align: justify">O objetivo das células é para melhor seu conhecimento, não teológico ou bíblico, mas para relacionamento com o outro. Às vezes, uma rodada de pizza é melhor do que uma discussão bíblica. Aqui, a amizade é priorizada. Você pode passar mil anos me servindo e ainda sim não ser meu amigo. Que a cada amanhecer, você possa ser renovado no coração e relacionamento com o seu amigo ou cônjuge. Que a cada manhã você possa permitir que o outro cresça ainda mais. Não é para matar o próximo, mas para fazer viver melhor.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Deus te abençoe, sempre.</p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Ap. Anselmo Valadão</strong></em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.montesiao.org.br/palavra-apostolica/01-08-2010-um-ministerio-de-relacionamentos-sadios/' addthis:title='Um ministério de relacionamentos sadios. ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um Deus que está acessível.</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 17:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra Apostólica]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto Bíblico:
Marcos 5:25 – 34
O tempo todo, nas histórias que lemos nos Evangelhos, aprendemos a forma como Deus lida com o homem, na forma como Jesus se relaciona com a humanidade. Foi assim com Lázaro e suas irmãs. Depois que  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/palavra-apostolica/25-07-2010-um-deus-que-esta-acessivel/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Texto Bíblico:</h3>
<h3>Marcos 5:25 – 34</h3>
<p style="text-align: justify">O tempo todo, nas histórias que lemos nos Evangelhos, aprendemos a forma como Deus lida com o homem, na forma como Jesus se relaciona com a humanidade. Foi assim com Lázaro e suas irmãs. Depois que o amigo de Jesus caiu doente, rapidamente as suas irmãs mandaram chamar Jesus. Ele levou 4 dias para chegar lá, porém já era “tarde”, Lázaro já havia morrido. Apesar das pessoas não entenderem, Jesus fez um milagre e trouxe Lázaro do mundo dos mortos. A perspectiva de Jesus sobre qualquer situação era bem diferente.</p>
<p style="text-align: justify">Queremos que Deus opere do nosso modo e no nosso tempo. Contudo, Deus tem as formas e o tempo certo. Jesus chega e ressuscita seu amigo, mesmo depois de 4 dias já falecido. Isso acontece porque Jesus está <em>acessível</em>. Deus sempre quis estar no meio do seu povo. Desde o Éden, na viração do dia, Deus tinha prazer na comunhão com o homem e a mulher.</p>
<p style="text-align: justify">Mas o homem cai e perde essa comunhão. A sua acessibilidade é destruída. Por isso Isaias 59:2 diz que nossas iniqüidades fazem separação entre nós e Deus, ou seja, impede a acessibilidade. Por meio de Moisés, Deus ordena a construção do Tabernáculo. A comunhão é restaurada e Deus, outra vez, tem acessibilidade ao povo e este a Deus. Onde a Tenda do Tabernáculo estava ali estava Deus e ali também o povo.</p>
<p style="text-align: justify">O profeta Isaias, no capítulo 6 de seu livro escreve: <em>ai de mim que sou impuro e vi a glória de Deus</em>. O templo estava cheio da sua glória. Através do Tabernáculo, Deus dava o pontapé inicial para a acessibilidade. Por fim, o próprio Jesus, segundo a Bíblia, <em>tabernaculou</em> entre nós.</p>
<p style="text-align: justify">No texto acima, lemos sobre uma mulher que tocou em Jesus, que teve acesso a Ele. Tocar em Jesus é tocar na Graça. É algo incomum, mas possível. Jesus, ainda hoje está disponível e você pode tocar n’Ele. Jesus está disponível a todos.</p>
<p style="text-align: justify">Mesmo com toda a multidão espremendo Jesus, apenas aquela mulher recebeu uma benção especial. Todos tocavam em Jesus, mas não do jeito daquela mulher. Isso significa que tocar n’Ele pode não ser suficiente. Você pode tocar em Jesus, mas se seu coração não estiver aberto para o que Ele deseja falar, você pode sair como chegou.</p>
<p style="text-align: justify">O que você pediria a Jesus se Ele se apresentasse a você nesta hora? A mulher queria apenas tocá-lo, estar na presença d’Ele. Algumas pessoas chegam aqui e voltam pra casa do mesmo jeito que chegaram. Outras, porém, tem suas vidas transformadas pelo toque de Jesus. Deus pode estar fazendo algo do seu lado e você não perceber. Mesmo todos tentando e até tocando em Jesus, apenas na vida daquela mulher é que Jesus liberou poder e milagre. Jesus pede aos discípulos que parem tudo porque queria saber quem o havia tocado daquela maneira. Nem sempre Deus agirá de forma hollywoodiana, mas ele sempre provoca um milagre.</p>
<p style="text-align: justify">O que aconteceu na vida daquela mulher pode acontecer com você também: na célula, no culto, na oração. O encontro com Jesus transforma vidas. Ao ajuntamento dos cristãos definem a manifestação da presença de Jesus. Mas poucos são atingidos pela Graça e outros nem tanto.</p>
<p style="text-align: justify">O que você esperava para esta noite, para este culto? Apenas comparecer neste lugar vestindo sua camisa de célula ou levantar sua bandeira? Hoje é dia do seu encontro com Deus e dia de milagre. Quando você busca a Jesus e decide tocá-lo, você nunca voltará vazio.</p>
<p style="text-align: justify">Muitas vezes, perdemos tempo questionando tudo: líderes, introdução, louvor e não aproveitamos a oportunidade de tocar Jesus. <strong><em>Primeiro</em></strong>, aquela mulher buscou Jesus de forma intencional. Ela sabia da fama de Jesus e acreditou que Ele poderia fazer algo por ela. Na situação em que ela se encontra, vivia discriminada por causa de sua doença. Não é permitido nem sentar-se no mesmo lugar em que uma mulher menstruada se sentou. Para não se tornar impuro como ela. Se a multidão soubesse da hemorragia crônica, ou eles abririam caminho ou a expulsariam da presença de todos. Se Jesus estivesse olhando para aquela mulher e perguntado o que ela gostaria de receber: ela diria na ponta da língua: quero ser curada, foi intencional.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Segundo,</em></strong> aquela mulher tocou com fé, com um propósito: ser curada. Quando percebemos na oração de Ana, se derramando e chorando compulsivamente diante de Deus. O Sacerdote dizia que era muito cedo para esta bêbada. Ela explica que não está bêbada. Naquele mesmo dia, ela recebe a profecia que no tempo certo, ela daria a luz a um filho. Aquela mulher tinha propósito. Quando agimos assim, com convicção do que queremos, Deus faz algo por nós.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Em <strong><em>terceiro lugar</em></strong>: Aquela mulher se expõe. Ela não tem vergonha de se expor para a multidão. Jesus não quer apenas fazer um milagre na sua vida. Jesus quer te conhecer. Não dá pra se esconder no anonimato ou se esconder debaixo da cama. É preciso testemunhar tudo o que acontece na sua vida. Jesus é um deus de relacionamento e comunhão, que estabeleceu uma igreja para isso: comunhão entre os irmãos. Não é apenas um milagre, é também <strong><em>relacionamento.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify">Hoje, o meu conselho para você é: Toque em Jesus ou continue fazendo parte da multidão que caminha em direção a casa de Jairo. Jesus parou tudo para ensinar: as pessoas precisam ser tocadas e depois ser conhecidas. Em outras palavras: milagres e relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify">Toque em Jesus, mas deixe ele tocar em você também. E após o milagre, lembre-se que existe mais, existem relacionamento com o filho de deus.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Deus te abençoe.</p>
<p style="text-align: right"><strong><em>Ap.Anselmo Valadão</em></strong></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.montesiao.org.br/palavra-apostolica/25-07-2010-um-deus-que-esta-acessivel/' addthis:title='Um Deus que está acessível. ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O meu próximo é minha referência de Deus</title>
		<link>http://www.montesiao.org.br/palavra-apostolica/06-06-10-o-meu-proximo-e-minha-referencia-de-deus/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 17:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra Apostólica]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[confissão]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[Palavra Pastoral]]></category>
		<category><![CDATA[referência de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto Bíblico
Gênesis 2:18
18 - E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.
 


Como Ministério Monte Sião temos uma declaração de propósito: extrapolar os limites da religiosidade. Acreditamos que os  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/palavra-apostolica/06-06-10-o-meu-proximo-e-minha-referencia-de-deus/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto Bíblico</p>
<p>Gênesis 2:18</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>18 -</em></strong> <em>E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.</em></p>
<p style="text-align: justify"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Como Ministério Monte Sião temos uma declaração de propósito: extrapolar os limites da religiosidade. Acreditamos que os limites da Igreja vão além do culto, clero, domingo e templo. Monte Sião não é o que você encontra no endereço Monsenhor Eduardo, 333 – Bom Jesus. Não somos uma organização ou instituição que se resume a uma pessoa ou a um lugar. Extrapolar os limites da cidade significa alcançar os confins da Terra.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Depois de 15 anos, algumas coisas mudaram quanto a nossa concepção de Igreja. Nascemos como Comunidade Monte Sião. Hoje, entendemos diferente a questão de comunidade. Somos uma igreja que prioriza relacionamentos. O propósito de Deus para nossa vida é RELACIONAMENTO.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">O contexto do versículo citado nos explica que um homem, mesmo tendo Deus na vida, se não tiver mais ninguém, este homem estará sozinho. Pode parecer heresia, mas não é isso. A Bíblia diz que Deus faz “um” homem, ou seja, sozinho. Ao analisarmos esse versículo, não se trata de uma referência ao gênero, mas ao ser masculino. Não estamos falando do homem genérico, mas de um indivíduo. O homem percebe que todos os animais possuíam pares. Tudo no jardim tinha um companheiro. Desde os animais até Deus (Trindade). O homem tinha alguém maior que ele (Deus) e menor que ele (animais), mas ninguém no mesmo nível para se relacionar.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Adão poderia mostrar a Deus que algo errado acontecia no Jardim. “<em>Estou sozinho e não sou como os outros que possuem companhia”.</em> Poderia soar como uma mentira diante de Deus, porque o próprio Deus fazia-lhe companhia. Alguns poderiam até considerá-lo abusado. Porém não foi o homem que fez tal observação, mas o próprio Deus. Este percebeu que o homem necessitava de alguém para trazer completude à vida de Adão.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Bom. Assim foi qualificada toda a natureza que Deus criou. Este bom significa suficiência. É o que falamos ao receber comida ou bebida. Quando vemos o que é suficiente, dizemos está “bom”. No caso de Adão, ter animais ou Deus para se relacionar não era suficiente. Não é bom que o homem esteja só, porque só homem basta o outro homem. Apenas um homem se relaciona com outro nome.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">A Trindade entrou em consenso de que o homem estava sozinho, sem nenhum igual. Deus é uma comunidade entre iguais: Pai, Filho e Espírito Santo. Faltava ao homem um relacionamento entre iguais. Assim, podemos concluir que o homem precisa de Deus e também do outro homem. Se retirarmos Deus do relacionamento do homem, ele se torna um bicho, um animal. Um homem sem outro homem se transforma em demônios. Só o homem é portador da imagem de Deus. Nós somos a imagem de Deus. Eu não consigo ver Deus na minha própria imagem, mas na imagem do outro. Sem alguém na sua vida, você perde a referência de Deus. Somente o outro pode me mostrar a referência de Deus. Se eu mesmo sou a referência, a partir da minha vida, da minha imagem, estou caminhando em direção a demonilização. O que é um demônio? É um ego absoluto, ou seja, aquele que se basta, é autossuficiente, o centro das atenções. Quando sou assim, tenho atitudes de demônios, porque quero tudo ao meu favor. O ego absoluto não constrói, mas destrói tudo. Tudo gira ao redor dos seus caprichos e vontades. O ego absoluto diz que a outra pessoa só existe para fazer outro feliz, para dar prazer a outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Saul estava diante de um homem segundo o coração de Deus: Davi. A vontade do Rei? Matar Davi, porque ele não aceita a aprovação para outra pessoa. Assim era Caim e Herodes. Pessoas que queriam matar outra, por causa do questionamento. Um ego absoluto mata aqueles que confrontam-no. Deus é amor, não é ego absoluto. Deus não exige que tudo gire ao seu redor. Até chamamos Deus de todo poderoso e único deus. Mas não falamos isso como alguém que priva outras pessoas de estarem ao seu lado. Deus olhou para o homem e teve amor. Mesmo sendo maus, ainda assim Deus nos abençoa. Deus permite que a mesma chuva caia sobre bons e maus. Deus se deixou matar, se prender, em Jesus. Mesmo com todo o poder, Deus não deseja que tudo gire ao seu redor, Ele se importa com outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Por que dizemos que pessoas precisam de pessoas? Porque nelas vemos a referência de Deus. Se você não considera a outra pessoa, você é um demônio. As pessoas me mostram Deus. Essa era a realidade de Moisés. Ele nasceu para libertar o povo de Deus. Aos 80 anos, Deus o chama para o propósito desse chamado. Ele tentou fugir dos propósitos, mas Deus não desistiu. A vara na mão de Moisés se tornou em cobra. Ainda assim ele não foi: com vara e cobra não caminhou. A mão com lepra ou sem lepra não o incentivou a ir para o Egito. A botija com água que transformou em vinho (sangue) não foi suficiente. Moisés estava resistente a tudo isso. Quando Deus disse que seu irmão, Arão, iria com ele, então ele aceitou sua missão. Mesmo com todos os sinais, Moisés não aceitou o desafio. Arão deu a Moisés o motivo para ir ao Faraó.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Moisés responderia: não é bom que o homem viva só. Moisés teve Arão, Josué. Davi tinha Jônatas. Salomão <em>conclui: melhor é serem dois do que um, porque se um cair, o outro o levanta. </em>Pessoas ajudam e abençoam pessoas. Quando Deus estabeleceu os dons, foi para que você abençoasse outras pessoas. Deus usa pessoas para ajudar você. Deus usou pessoas para escrever a Bíblia, a fim de abençoar você. Deus não sua os anjos, mas pessoas para abençoar pessoas. É o outro que me faz compreender e ver Deus.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Se quero dar comida a Deus, ele diria a você: não tenho necessidade de comer, mas dê aquele que tem fome, porque fazendo isso a outra pessoa estaremos fazendo a Deus, como o próprio Jesus disse. Quando você ajuda um necessitado, você está ajudando a Deus.</p>
<p style="text-align: justify">Se não quiser morrer sozinho, se quer viver uma vida de companheirismo, aqui estão conselhos importantes, para quem casar, manter o casamento, se relacionar bem com família e amigos. Com todas as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">1)      <em>Aprofunde as coisas íntimas do seu afeto falando da sua solidão</em>. Saia da sua superficialidade. Algumas pessoas só sabem falar de coisas comuns como a chuva, o tempo, o jogo de futebol; Troca-se até receitas do programa da Ana Maria Braga. Estas são pessoas que não tem coragem de falar de seus medos, dificuldades da alma, que querem esconder sua atitude de gente, medrosa.</p>
<p style="text-align: justify">Saia da troca de informação e venha para vida. Algumas pessoas apenas trocam informações e não vivem. São solitários, sozinhos. Para exemplificar melhor: estou doente, quinta-feira terei uma cirurgia. Orem por mim. Poderia ser diferente. Estou doente. Quinta-feira terei uma cirurgia. Mas estou com muito medo. Exponha sua alma. Saia do nível da informação e vá para a profundidade do relacionamento. Intimidade é convívio com pessoas. Jesus falava com 5000. Depois com 300. Depois com 12 e por fim apenas com os 3.</p>
<p style="text-align: justify">2)      Construa uma reputação de ser um bom ouvinte. Alguns têm reputação de que não sabem ouvir. Isso é ruim. É importante ouvir as palavras dos outros: dos seus pais, cônjuges e amigos. Quando estiver ouvindo alguém não interrompa para explicações. Quando você não é um bom ouvinte, as pessoas desistem.</p>
<p style="text-align: justify">3)      Creia na cura das palavras. Os psicólogos podem pensar que falarei de Freud que diz que somos habitados por uma confusão de palavras que ao serem faladas, são organizadas e trazem cura. Existe verdade nisso. Às vezes falamos sem parar. E no final nos sentimos melhores. Não foi Freud o dono desse conceito, é bíblico: Tiago 5: 16: <em>Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos</em>. Quando o outro me ouve, ele me aceita, me encoraja. A confissão não é a de ter roubado o vizinho, mas o que a Bíblia espera é que você admita sua dependência da graça de Deus, que você admita que algumas vezes faz da vida do outro uma desgraça, porque não sabe se relacionar com outras pessoas. Confesse o seu egoísmo. A Bíblia não é superficial. Ela é profunda. Confesse que você tem deixado triste algumas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify"><em>4) </em>Construa relações baseadas no perdão e não na pseudo perfeição. Você e eu nos acolhemos e quando isso acontece aprendemos mutuamente. A relação deve ser baseada no perdão para termos relacionamentos sadios e caminhar na profundidade do relacionamento. Se prepare para ser ferido pelo seu amigo, contudo pela conversa ambos irão crescer. Isso acontece quando nos relacionamentos intimamente com outra pessoa. Ao chegar ao limite da pessoa, verá que ela não é bem o que você esperava. Ou você perdoa ou descarta. É por isso que poucas pessoas odeiam células. As pessoas não estão acostumadas a relacionamentos. Quem pula de relacionamento em relacionamento são superficiais e geram solidão. Pessoas precisam de Deus. pessoas precisam de pessoas. I João 4:20: <em>Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?</em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">O apelo desta mensagem é que você não tenha medo do relacionamento. Um relacionamento precisa se basear no perdão para que ambas as partes sejam abençoadas. Foi assim com Cristo e nós e assim deve permanecer entre nós e o próximo.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Deus te abençoe.</p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Apóstolo Anselmo Valadão</strong></em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.montesiao.org.br/palavra-apostolica/06-06-10-o-meu-proximo-e-minha-referencia-de-deus/' addthis:title='O meu próximo é minha referência de Deus ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>As 21 Regras desta Casa</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 14:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monte Siao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[21 regras]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[princípios]]></category>
		<category><![CDATA[regras]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[As 21 Regras desta Casa, listadas abaixo, cobrem praticamente todas as situações comuns às crianças e adolescentes.

Elas foram criadas há mais de 30 anos para ajudar a mim e a minha esposa a sermos mais consistentes naquilo que cobrávamos de  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/casais/as-21-regras-desta-casa/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">As 21 Regras desta Casa, listadas abaixo, cobrem praticamente todas as situações comuns às crianças e adolescentes.</div>
<div></div>
<div>Elas foram criadas há mais de 30 anos para ajudar a mim e a minha esposa a sermos mais consistentes naquilo que cobrávamos de nossos filhos como membros da nossa família. É tão fácil permitir que nossos humores mudem os limites do que nós toleramos de um dia para o outro.</div>
<div></div>
<div>Em muitas casas a única verdadeira regra é ficar fora do caminho do papai e da mamãe quando eles estiverem de mau humor. Caso contrário, quando eles estão de bom humor, as crianças podem ficar impunes com quase qualquer coisa.</div>
<div></div>
<div>A meta no uso das 21 Regras é esclarecer o que é agradável e desagradável aos pais, independentemente dos seus humores, e administrar disciplina sem ira, e apenas em resposta ao desafio voluntário da criança àquilo que ela sabe ser certo.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Meu filho mais velho, Joshua Harris, atualmente um pastor e autor respeitado, ilustrou cada regra de casa para um livro para colorir quando ele tinha apenas 14 anos. Nós o publicamos com sucesso por muitos anos. Cópias usadas ainda podem ser encontradas ocasionalmente disponíveis através do site Amazon.com. Eu publico-as aqui em resposta a muitos pedidos de famílias com filhos mais jovens.</div>
<div></div>
<h2>As 21 Regras desta Casa - por Gregg Harris</h2>
<div id="_mcePaste">
<ol>
<li>Nós obedecemos a Deus.</li>
<li>Nós amamos e honramos uns aos outros e oramos uns pelos outros.</li>
<li>Nós contamos a verdade.</li>
<li>Nós colocamos os interesses da família à frente dos nossos.</li>
<li>Nós falamos serena e respeitosamente uns com os outros.</li>
<li>Nós não magoamos uns aos outros com palavras ou ações indelicadas.</li>
<li>Quando alguém precisa de correção, nós o corrigimos em amor.</li>
<li>Quando alguém se arrepende, nós perdoamos.</li>
<li>Quando alguém está triste, nós o confortamos.</li>
<li>Quando alguém está contente, nós nos alegramos com ele.</li>
<li>Quando temos alguma coisa agradável para compartilhar, nós compartilhamos.</li>
<li>Quando temos trabalho para fazer, nós o fazemos sem reclamar.</li>
<li>Nós cuidamos bem de tudo aquilo que Deus nos deu.</li>
<li>Nós não geramos trabalho desnecessário para outros.</li>
<li>Quando abrimos alguma coisa, nós a fechamos.</li>
<li>Quando tiramos alguma coisa do lugar, nós guardamos de volta.</li>
<li>Quando ligamos alguma coisa, nós desligamos.</li>
<li>Quando fazemos sujeira ou bagunça, nós limpamos ou arrumamos.</li>
<li>Quando não sabemos o que fazer, nós perguntamos.</li>
<li>Quando estamos fora de casa, nós agimos da mesma maneira como se estivéssemos em casa.</li>
<li>Quando desobedecemos ou esquecemos quaisquer das 21 Regras desta Casa, nós aceitamos a disciplina e admoestação do Senhor.</li>
</ol>
</div>
<div id="_mcePaste">Instruções:</div>
<div></div>
<div>Publique a lista na porta do refrigerador ou em outro local proeminente em sua casa. Quando um mau comportamento ocorrer, chame atenção para qual Regra da Casa foi quebrada e repita a regra algumas vezes e explique o que ela significa. Quando o significado ficar claro, discipline seu filho diante de qualquer expressão de desafio deliberado. Com o tempo, as regras serão internalizadas por cada filho como uma declaração geral dos limites do comportamento. Lembre-se que estas regras seguem o seu filho onde quer que ele vá. A disciplina só deve ser administrada em particular, em amor à criança, nunca com raiva ou de qualquer forma que venha a trazer dano. O desafio é ser consistente de forma que tal disciplina, por fim, já não seja mais necessária.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>fonte: Blog BomCaminho</div>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.montesiao.org.br/casais/as-21-regras-desta-casa/' addthis:title='As 21 Regras desta Casa ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Por quê seu dia foi péssimo? O Príncipio 90 / 10</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monte Siao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[príncipio]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Covey]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>

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		<description><![CDATA[
O PRINCÍPIO 90 / 10 &#8211; Stephen Covey
Que princípio é este? Os 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como você reage ao que se  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/casais/por-que-seu-dia-foi-pessimo-o-principio-90-10/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-thumbnail wp-image-1009 alignleft" style="margin: 10px;" title="stress-1a" src="http://www.montesiao.org.br/wp-content/uploads/2009/10/stress-1a-150x150.jpg" alt="stress-1a" width="150" height="150" /></p>
<p><strong>O PRINCÍPIO 90 / 10 &#8211; Stephen Covey</strong></p>
<p>Que princípio é este? Os 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como você reage ao que se passa com você.O que isto quer dizer? Realmente, nós não temos controle sobre 10% do que nos sucede.</p>
<p>Não podemos evitar que o carro enguice, que o avião atrase, que o semáforo fique no vermelho. Mas, você é quem determinará os outros 90%..Como? Com sua reação.</p>
<p>Exemplo: você está tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de trabalho.</p>
<p>Você não tem controle sobre isto. O que acontecerá em seguida será determinado por sua reação.Então, você se irrita. Repreende severamente sua filha e ela começa a chorar.</p>
<p>Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada da mesa.. E tem prosseguimento uma batalha verbal. Contrariado e resmungando, você vai mudar de camisa.</p>
<p>Quando volta, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa vai pro trabalho, também contrariada. Você tem de levar sua filha, de carro, pra escola.</p>
<p>Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é multado. Depois de 15 min. de atraso, uma discussão com o guarda de trânsito e uma multa, vocês chegam à escola, onde sua filha entra, sem se despedir de você.</p>
<p>Ao chegar atrasado ao escritório, você percebe que esqueceu de sua maleta. Seu dia começou mal e parece que ficará pior. Você fica ansioso pro dia acabar e quando chega em casa, sua esposa e filha estão de cara fechada, em silêncio e frias com você. Por quê? Por causa de sua reação ao acontecido no café da manhã.</p>
<p>Pense: por quê seu dia foi péssimo?</p>
<p>A) por causa do café?<br />
B) por causa de sua filha?<br />
C) por causa de sua esposa?<br />
D) por causa da multa de trânsito?<br />
E) por sua causa?</p>
<p>A resposta correta é a E.</p>
<p>Você não teve controle sobre o que aconteceu com o café, mas o modo como você reagiu naqueles 5 min. foi o que deixou seu dia ruim.O café cai na sua camisa. Sua filha começa a chorar. Então, você diz a ela, gentilmente: &#8220;está bem, querida, você só precisa ter mais cuidado&#8221;.</p>
<p>Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui, dando adeus com a mão.Notou a diferença? Duas situações iguais, que terminam muito diferente.Por quê? Porque os outros 90% são determinados por sua reação.</p>
<p>Aqui temos um ex. de como aplicar o Princípio 90/10.</p>
<p>Se alguém diz algo negativo sobre você, não leve a sério, não deixe que os comentários negativos te afetem. Reaja apropriadamente e seu dia não ficará arruinado.</p>
<p>Como reagir a alguém que te atrapalha no trânsito? Você fica transtornado?Golpeia o volante? Xinga? Sua pressão sobe? O que acontece se você perder o emprego? Por quê perder o sono e ficar tão chateado? Isto não funcionará.</p>
<p>Use a energia da preocupação para procurar outro trabalho. Seu vôo está atrasado, vai atrapalhar a sua programação do dia. Por quê manifestar frustração com o funcionário do aeroporto? Ele não pode fazer nada.</p>
<p>Use seu tempo para estudar, conhecer os outros passageiros.Estressar-se só piora as coisas.Agora que você já conhece o Princípio 90/10, utilize-o. Você se surpreenderá com os resultados e não se arrependerá de usá-lo.</p>
<p>Milhares de pessoas estão sofrendo de um stress que não vale a pena, sofrimentos, problemas e dores de cabeça. Todos devemos conhecer e praticar o Princípio 90/10.</p>
<p>Isso pode mudar a sua vida!</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.montesiao.org.br/casais/por-que-seu-dia-foi-pessimo-o-principio-90-10/' addthis:title='Por quê seu dia foi péssimo? O Príncipio 90 / 10 ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Sempre cabe mais um!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 12:23:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monte Siao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[jovem radical]]></category>
		<category><![CDATA[juventude]]></category>
		<category><![CDATA[panelinhas]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[unidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabe com as “panelinhas” e ponha a mesa de banquete para novos amigos
Todos nós temos amigos mais chegados, com os quais temos mais liberdade para falar sobre determinados assuntos e nos sentimos mais à vontade para nos relacionarmos. Mas isso  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/sem-categoria/sempre-cabe-mais-um/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabe com as “panelinhas” e ponha a mesa de banquete para novos amigos</p>
<p>Todos nós temos amigos mais chegados, com os quais temos mais liberdade para falar sobre determinados assuntos e nos sentimos mais à vontade para nos relacionarmos. Mas isso não nos impede de conhecer pessoas e fazer novas amizades.</p>
<p>Nas igrejas, é comum ver as famosas “panelinhas” – um grupo de pessoas que se fecham no mundo delas e não aceitam que ninguém de fora ou de interesse entre. Essas “panelinhas” são prejudiciais aos relacionamentos e existem em todos os segmentos, onde quer que existam pessoas. Acabar com elas e transformá-las em mesas de banquete é um constante desafio para pastores e líderes. Esses grupos fechados de pessoas fazem suas acepções preconceituosas de raça, status social e financeiro. Muitas têm suas próprias regras de lealdade, isto é, se um membro da “panela” dá um vacilo, ele pode ser banido ou ignorado pelo restante do grupo. O que antes era tido como “amizade” acaba virando inimizade. Outras impõem vestuário próprio e só aceitam aqueles que se vestem da mesma maneira. Há ministério que deveria se chamar “panistério”, porque “quem não é do mesmo ministério” (ou da mesma panelinha) não é bem recebido na turma.</p>
<p>É triste, mas é uma realidade dentro das igrejas e que precisa ser banida urgentemente. Cumprimentar os outros, não custa nada. Sorri ou apertar a mão de alguém que você ainda não conhece, também não prejudica a ninguém, aliás, isso só faz bem para ambos.</p>
<p>Este tipo de comportamento “panelístico” (permita-me criar, aqui, esse neologismo cômico) é nocivo a qualquer comunidade, principalmente porque é totalmente contrário àquilo que Jesus nos ensinou sobre a importância da unidade entre os irmãos. Não foi à toa que Ele disse: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.” (João 13:34.) Deus é Deus de relacionamento. Ele não nos criou para nos relacionarmos com apenas um grupo de pessoas, e muito menos quando este grupo exclui, segrega, menospreza ou afasta as pessoas. O Senhor não deseja que nos fechemos num grupo em que ninguém mais entra. Ao contrário, devemos sempre nos aproximar das pessoas, abrindo nosso “leque” de amizades para trocarmos experiências e crescermos mutuamente, conforme Paulo exorta em sua carta aos romanos: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” ( v.10).</p>
<p>Fica este toque para você, jovem! Que nos seus círculos de amizades sempre possa haver espaço para mais um amigo entrar. Lembre-se: aquele que conhece a Palavra de Deus é modelo para os outros e tem um diferencial no seu comportamento: é amigo, é companheiro e incentiva novas amizades. Uma pessoa que age assim afasta as “panelinhas”, impedindo-as de proliferar e contaminar os relacionamentos dentro da igreja.</p>
<p>“Panelas, tô fora!”<br />
Se você faz parte de uma “panelinha” e percebe a grande importância de quebrar as barreiras para novos integrantes no seu grupo, faça esta proposta para o seu grupo e os incentive a praticar o amor de Jesus. Na maioria dos casos, eles não admitirão ser uma “panelinha” e tentarão convencê-lo de que está errado. Mas mantenha uma personalidade cristã forte e não ceda a pressões e “caras feias”. Faça o que Jesus faria se estivesse no seu lugar.</p>
<p>Ana Paula Costa<br />
Lagoinha.com</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.montesiao.org.br/sem-categoria/sempre-cabe-mais-um/' addthis:title='Sempre cabe mais um! ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sinais que indicam a possibilidade do relacionamento ser da vontade de Deus</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 12:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monte Siao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Baby Consuelo]]></category>
		<category><![CDATA[compromisso]]></category>
		<category><![CDATA[defraudar]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[radical]]></category>
		<category><![CDATA[rede+ jovemradical. jovemkut]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[santidade]]></category>
		<category><![CDATA[sarah sheeva]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinais que indicam a possibilidade do relacionamento ser da vontade de Deus:
por Sarah Sheeva

Há Paz no coração de ambos. Paz é quando não há medo, nem ansiedade, nem insegurança e ciúme no relacionamento.
Parte do Homem a iniciativa (de pedir para  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/sem-categoria/sinais-que-indicam-a-possibilidade-do-relacionamento-ser-da-vontade-de-deus/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Sinais que indicam a possibilidade do relacionamento ser da vontade de Deus</strong>:</h2>
<p>por Sarah Sheeva</p>
<ol>
<li>Há Paz no coração de ambos. Paz é quando não há medo, nem ansiedade, nem insegurança e ciúme no relacionamento.<br />
Parte do Homem a iniciativa (de pedir para orar com a moça).</li>
<li>Quando ambos aceitam orar e se relacionar sem contato físico por um tempo (sem beijar na boca ou se abraçar).</li>
<li>Quando o relacionamento começou através de um “Compromisso” ou “Corte” (se fala “Côrte”), debaixo da benção e aprovação dos pais e dos pastores.</li>
<li>Quando há concordância ministerial (quando ambos se completam no ministério), e estão previamente de acordo com o que ambos querem fazer (no ministério e) na vida pessoal. Exemplo: se ele quer ser missionário, e ela quer ser pastora de uma igreja local, futuramente alguém terá de abrir mão do seu ministério (e sonho) para estarem juntos. Isso precisa ser avaliado antecipadamente, antes de se envolverem emocionalmente, ou seja, precisa ser observado no período do “Compromisso”.</li>
<li>Quando ambos são, um para o outro, um incentivo de oração e santificação, quando o relacionamento os aproxima mais de Deus, e trás maturidade emocional e espiritual.</li>
<li>Quando o homem tem autoridade natural (e não imposta) sobre a mulher.<br />
Isso é possível quando ele possui uma inteligência (emocional) igual, ou acima da dela. Esse detalhe é importantíssimo, porque a atração da mulher pelo seu marido não é conservada pela aparência, mas sim pela admiração que ela tem por ele… e quando ele tem  inteligência (emocional) no mesmo nível (ou acima) da dela , a admiração da mulher é constante, e sua submissão muito mais fácil e prazerosa.</li>
<li>Quando ambos se agradam da aparência um do outro, e admiram um ao outro.<br />
Esse ponto fica sempre por último, porque ele tende a ser sempre o primeiro da lista, e a decisão não deve ser baseada na aparência. Mas é importante ressaltar o seguinte: O homem precisa achar a moça bonita, ainda que ninguém mais ache isso, ele precisa achar. Já a moça, precisa admirá-lo, achar ele “o máximo”, porque se não a atração dela será superficial.</li>
</ol>
<h2 style="text-align: center">Para os mais interessados no assunto:</h2>
<h2 style="text-align: center">O que é o “Compromisso” (ou Corte)?</h2>
<p>É uma aliança de oração entre um homem e uma mulher adultos (a partir dos 18 anos) que visa a confirmação de Deus sobre o futuro daquele relacionamento, se é para separar e ficar só na amizade, ou se é para casar e ficarem juntos para o resto da vida.<br />
O “Compromisso” é um período mínimo de 3 meses, onde o casal não se toca, não tem contato físico nenhum, onde ambos estarão se conhecendo, conversando muito, e principalmente orando para que Deus fale aos corações deles (e de seus líderes) se aquele relacionamento tem futuro, se é da vontade de Deus.<br />
O compromisso não deixa “marcas” ou feridas nas pessoas, nem se terminar, nem se casar.<br />
O “namoro” é o contrário do “Compromisso”, e ele sempre deixa “marcas” e feridas.<br />
Não há namoro na Bíblia, esse é um costume mundano, e não de Deus.<br />
A palavra “namoro”, do Latin “farelamore”, significa “fazer amor”, o que já diz tudo o que acontece quando as pessoas decidem “namorar”.<br />
As pessoas precisam se conhecer antes de se envolver, e precisam aceitar o outro como ele(a) é, porque  se não, um começa a tentar modificar o jeito do outro.<br />
É preciso haver a consciência de que não existem pessoas sem defeitos.<br />
Ninguém é obrigado a casar, por isso o período do “Compromisso” é a sua oportunidade de descobrir com quem você vai passar o resto da sua vida.<br />
Leia também a entrevista da Bispa Raquel Castro sobre seu Seminário Compromisso, este seminário foi ministrado em minha igreja local há alguns anos, e impactou a minha vida, link abaixo (copie e cole):<br />
<a href="Sinais que indicam a possibilidade do relacionamento ser da vontade de Deus" target="_blank">http://www.jovemradical.com.br/rede/bispa-rachel-fala-tudo-sobre-compromisso/</a></p>
<address>fonte: http://sarahsheeva.wordpress.com/complemento-do-livro-defraudacao-emocional/</address>
<address>
</address>
<address>
</address>
<address><strong>Leia também : </strong></address>
<address>
<ul>
<li>“<a href="http://www.jovemradical.com.br/compromisso/“defraudacao-emocional”-leia-um-trecho-do-recem-lancado-livro-de-sarah-sheeva/">Defraudação Emocional” .Leia um trecho do recém lançado livro de Sarah Sheeva</a></li>
<li><a href="http://www.jovemradical.com.br/noticias/sarah-sheeva-conta-sobre-sua-conversao/">Sarah Sheeva conta sobre sua conversão </a></li>
<li><a href="http://www.jovemradical.com.br/sexualidade-casamento-relacionamento/12-razoes-para-esperar-ate-o-casamento/">12 Razões para esperar até o casamento</a></li>
<li><a href="http://www.jovemradical.com.br/sexualidade-casamento-relacionamento/viciado-em-pornografia/">Viciado em pornografia</a></li>
</ul>
</address>
<address> </address>
<address> </address>
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		<title>O caminho mais rápido para o perdão</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 04:02:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monte Siao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Gary D. Chapman]]></category>
		<category><![CDATA[perdão]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[

Você pode ter dificuldade para falar a linguagem do perdão de seu cônjuge. Pode ser que você não a tenha aprendido na infância. A notícia boa é que é possível aprender depois de adulto!
Eles estavam em meu gabinete quando a  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/casais/o-caminho-mais-rapido-para-o-perdao/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span class="headerartigotit"><br />
</span></h2>
<h3><span class="headerartigograv">Você pode ter dificuldade para falar a linguagem do perdão de seu cônjuge. Pode ser que você não a tenha aprendido na infância. A notícia boa é que é possível aprender depois de adulto!</span></h3>
<p>Eles estavam em meu gabinete quando a esposa falou:</p>
<p>“Eu o perdoaria, bastaria que ele pedisse perdão”.</p>
<p>Ele respondeu: “Eu pedi&#8217;”.</p>
<p>“Não pediu”.</p>
<p>“Falei para você que sentia muito”, disse ele.</p>
<p>“Isso não é pedir perdão”, argumentou ela.</p>
<p>Seus pedidos de desculpas têm caído no vazio? Os pedidos de perdão de seu cônjuge chegam ao seu coração e o motivam a perdoar? Ou você está casado com alguém que raramente pede perdão?</p>
<p>Ainda na infância aprendemos o que significa pedir perdão. Joãozinho empurra Maria na escada e a mãe dele ensina: “Peça desculpas”. Ele, então, fala: “Desculpa”, mesmo sem achar que precisava ser desculpado. Já adulto, o conceito dele sobre perdão será, provavelmente, dizer: “desculpa”. No entanto, Julie, esposa dele, aprendeu a dizer: “Eu estava errada. Você pode me perdoar?”. Para ela, é isso que significa pedir perdão.</p>
<p>Assim, quando o marido fala o que está acostumado a dizer, ela não entende como um pedido de perdão. Talvez ele tenha sido sincero, mas a sinceridade dele não a atingiu. Depois de dois anos de pesquisa, eu e a Dra. Jennifer Thomas descobrimos que as pessoas têm linguagens diferentes para pedir perdão. Alguém pode ser sincero no pedido e, mesmo assim, não ser entendido como sincero, porque usou a linguagem errada. Descobrimos cinco linguagens diferentes para pedir perdão.</p>
<p>• <span style="font-weight: bold;">Expressando arrependimento:</span> “Sinto muito”. “Sinto-me péssimo porque o que fiz lhe magoou tanto”. Essa linguagem se identifica com as emoções da parte ofendida.</p>
<p>• <span style="font-weight: bold;">Aceitando a responsabilidade:</span> “Eu estava errado”. Identifique seu erro e reconheça sua culpa. “Eu não devia ter feito isso. Não há desculpa. O que fiz foi muito errado”.</p>
<p>• <span style="font-weight: bold;">Fazendo a restituição:</span> “O que posso fazer para compensar meu erro? Como posso recompensá-lo? O que preciso fazer para você voltar a confiar em mim?”</p>
<p>• <span style="font-weight: bold;">Arrependimento genuíno:</span> “Vou tentar não fazer isso de novo”. O arrependimento não inclui promessas radicais como: “Prometo que, se você me perdoar, nunca mais vou fazer isso”. Entretanto, o arrependimento expressa o desejo de mudar o comportamento. “Não quero que isso continue acontecendo. Ajude-me a pensar em formas de mudar meu modo de agir”.</p>
<p>• <span style="font-weight: bold;">Pedindo perdão: </span>“Você pode, por favor, me perdoar?” Esta linguagem expressa humildade. “Sei que não consigo restaurar sozinho nosso relacionamento. Vamos precisar que você seja misericordioso, mas meu desejo sincero é que você me perdoe e que nós possamos prosseguir com nosso relacionamento”.</p>
<p>Analisando a maioria dos pedidos de perdão, percebe-se que quem fala usa apenas uma ou duas das linguagens do perdão. Caso não forem as mesmas usadas pela pessoa ofendida, o pedido soará vazio. Ela pode decidir perdoar, mas continuará com dúvidas quanto à sua sinceridade. Ser sincero não é suficiente.</p>
<p>Para descobrir a linguagem que seu cônjuge mais usa, pergunte: “Quando você pede a alguém, o que costuma dizer ou fazer? E quando alguém pede perdão a você, o que você gosta que a pessoa diga ou faça?”. As respostas a essas duas perguntas provavelmente revelarão a linguagem que ele costuma usar.</p>
<p>Um marido contou: “Eu e minha esposa usamos linguagens diferentes. Eu expresso arrependimento. E basta que ela diga que está arrependida e que se sente mal por ter me magoado. Só preciso ouvir isso para ficar pronto para perdoar. Mas não é isso que minha esposa deseja ouvir em um pedido de perdão. Ela quer que eu me mostre disposto a fazer a restituição. Para ela, quando digo: “Como posso lhe compensar pelo que fiz?”é que realmente pedi perdão. Dizer “sinto muito” não é suficiente para ela. “Aprender a falar a linguagem do perdão que ela utiliza fez com que o nosso relacionamento melhorasse muito”.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Algumas advertências</span><br />
Advertência: Você pode ter dificuldade para falar a linguagem do perdão de seu cônjuge. Pode ser que você não a tenha aprendido na infância. A notícia boa é que é possível aprender depois de adulto! Aprender a falar a linguagem do perdão que seu cônjuge utiliza é um tempo bem investido. As barreiras emocionais serão removidas com mais rapidez e de forma mais profunda.</p>
<p>Advertência: Remova, dos pedidos de perdão, a palavra “mas”. Dizer “Sinto muito, mas se você não tivesse&#8230; eu não teria&#8230;” é negar o pedido de perdão. Você acaba jogando sobre o outro a culpa pelo seu comportamento errado. Agora, precisa pedir perdão de novo.</p>
<p>Uma senhora me perguntou: “Faz 42 anos que peço perdão a meu marido com a linguagem errada. Você acha que devo mudar agora?”.</p>
<p>“Nunca é tarde demais para fazer o que é certo”, sugeri.</p>
<p>Um mês depois ela me contou: “Comecei a pedir perdão na linguagem que ele utiliza e posso dizer que faz diferença mesmo. Ele tem sorrido mais, e sinto-me mais próxima dele”.</p>
<p>“Valeu a pena se esforçar para aprender a falar uma nova linguagem do perdão?”, perguntei.</p>
<p>“Com certeza”, disse ela.</p>
<p>Nunca é tarde demais para aprender.</p>
<p>Eu gostaria que todos os casais tivessem essa mesma atitude.</p>
<p><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;">Gary D. Chapman </span>é terapeuta familiar nos EUA e autor de As cinco linguagens do amor (Ed. Mundo Cristão). É casado com Karolyn há 45 anos.</span></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.montesiao.org.br/casais/o-caminho-mais-rapido-para-o-perdao/' addthis:title='O caminho mais rápido para o perdão ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Construindo Retiros Familiares</title>
		<link>http://www.montesiao.org.br/casais/construindo-retiros-familiares/</link>
		<comments>http://www.montesiao.org.br/casais/construindo-retiros-familiares/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 03:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monte Siao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Construindo Retiros Familiares]]></category>
		<category><![CDATA[fam~ilia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[retiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Robb e Ruth Brandt transformaram seu ninho vazio em um retiro para mentorear casais.
O que fazer quando seu ninho fica finalmente vazio? Encaixotar toda a experiência como casal e como pais para nunca mais usar? Ou tentar algo totalmente novo?  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/casais/construindo-retiros-familiares/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span class="headerartigograv">Robb e Ruth Brandt transformaram seu ninho vazio em um retiro para mentorear casais.</span></h3>
<p id="boxartigo">O que fazer quando seu ninho fica finalmente vazio? Encaixotar toda a experiência como casal e como pais para nunca mais usar? Ou tentar algo totalmente novo? Um ministério que compartilha o conhecimento e relaciona as experiências, boas e ruins, para a nova geração de casais?</p>
<p>Para Robb e Ruth Brandt, a aposentadoria de suas carreiras médicas certamente não significou a aposentadoria de seu ativo ministério. Na realidade, nos últimos 12 anos, conduziram suas vidas na direção de uma simples idéia ministerial: levar jovens casais cristãos para sua casa nos finais de semana para mentoreá-los. Ajudá-los a recuperar o foco de seus casamentos e de suas vidas como pais. Acolhê-los por duas noites.</p>
<p>Esta idéia é o que o casal Brandt chama de “Retiros Familiares”. O casal relata que este conceito tem feito diferença na vida das famílias e tem sido uma bênção para os dois como líderes.</p>
<p>“Depois que as crianças crescem, existem diversas reações possíveis, como: ‘Vou jogar golfe’, ou até mesmo, ‘Estou feliz por esta fase ter terminado’. Mas, no contexto do Reino de Deus, seria um desperdício ter cometido tantos erros na criação dos filhos e não compartilhar todas as lições aprendidas”, disse Robb.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">A combinação perfeita</span> &#8211; Robb e Ruth nasceram no mesmo dia: 16 de setembro de 1935 (Robb se alegra ao dizer que é duas horas mais velho que Ruth). Eles se conheceram no sétimo ano do Ensino Fundamental e são apaixonados desde então. Robb foi cirurgião, mas se aposentou cedo devido a uma série de problemas no joelho causados por um acidente de carro. Ainda faz alguns trabalhos de consultoria médica para hospitais nos Estados Unidos. Ruth foi enfermeira. O casal tem quatro filhos adultos e dez netos. Também passaram pela pior experiência que pais podem viver, um verdadeiro pesadelo, com a perda de um filho aos 8 anos de idade em um acidente, em 1969.</p>
<p>A idéia dos Retiros Familiares surgiu em 1994, relembra Robb. O ninho do casal Ruth e Robb havia acabado de ficar vazio. Na fazenda onde residiam, em Pittsburgh, Robb escalou uma montanha em uma manhã conforme orava por diversos casais jovens de sua igreja.</p>
<p>“Naquele momento, percebi que havia uma coincidência: nós dois com uma intensa e vasta experiência como pais e estes jovens casais com tantas necessidades nesta área. Muitos deles cresceram em famílias que não tiveram pais cristãos. Olhei para nossa casa com quatro quartos vazios e me dei conta de que era naturalmente perfeito. Tínhamos o tempo, o espaço e a experiência. Os jovens casais tinham as necessidades. Então, nossa idéia começou”, disse Robb.</p>
<p>Conforme conversavam e oravam sobre o tema, sabiam o que não queriam desenvolver. Ruth expressa: “Já estivemos em diversos seminários para casais. Uma das coisas que pensávamos ser muito frustrante era a falta de comunicação entre os cônjuges. É necessário incluir tempo para isso. Robb sempre diz que quando vamos a algum destes seminários é como beber água em um hidrante. Depois você volta para casa, coloca tudo em prateleiras e nunca mais faz nada com o tema.”</p>
<p>Então passaram a desenvolver o plano sobre como seriam os Retiros Familiares. Os dons espirituais de Robb são administração e liderança, portanto ele desenvolveu o cronograma e o planejamento do ensino. O maior dom de Ruth é a hospitalidade, então ela trabalhou nos detalhes como as refeições e acomodação dos casais.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Vivendo o que se ensina</span> &#8211; O casal Brandt estava entre os fundadores e líderes da Igreja Evangélica Livre de Beaver Falls. Robb e Ruth já haviam aberto sua casa para diversos ministérios. Mas nunca haviam ensinado juntos, como casal. Os dois tinham agendas diferentes, eram ocupados, e isso nunca possibilitou o trabalho em conjunto: “Sempre estivemos abertos a ir para onde Deus queria que fôssemos”, disse Ruth.</p>
<p>“Temos um casamento maravilhoso e tudo mais, mas nós dois somos líderes e competitivos. Estes ‘Retiros Familiares’ têm sido solo comum para nós, podemos andar lado a lado. Tudo é no plural: é nosso, sobre nós, como casal. Tem sido muito boa esta caminhada juntos”, disse Robb.</p>
<p>“Eles trabalham em harmonia”, concorda Pam Sear. Pam e seu marido, Mike, são casados há seis anos e têm dois filhos, com 4 e 5 anos de idade. O casal freqüentou o Retiro Familiar no último mês de setembro e ficou impressionado com a forma como Robb e Ruth trabalhavam juntos e se completavam em seus ensinamentos.</p>
<p>“Às vezes, quando Robb tentava explicar algo, entrava em imensos e intensos detalhes. Mas Ruth sorria e transformava aquilo em uma explicação simples para o grupo. Todos nós suspirávamos aliviados. Ela nunca menosprezava a tentativa de explicação de Robb, apenas transformava aquela explicação em algo compreensível para o grupo. Ambos se respeitam intensamente”, relata Pam.</p>
<p>Anteriormente, o casal Sear havia freqüentado outros seminários e workshops para casais, todos considerados “muito sérios e formais”. Como recém-convertidos, não conheciam muito bem a Bíblia e sentiam-se perdidos e confusos. O retiro com os Brandt era exatamente o oposto.</p>
<p>“Ríamos e brincávamos, e todos nós, não importando a origem, sentíamos que tínhamos algo importante para oferecer ao grupo. Robb e Ruth realmente explicaram as Escrituras e pediam nossas opiniões, nossos comentários. Para nós, foi um alívio poder perguntar sem sermos julgados ou sem o sentimento de inferioridade”, disse Pam.</p>
<p>Os membros do grupo também foram impactados pela transparência do casal Brandt e por serem tão genuínos: “Eles vivem o que ensinam. Amamos ouvir suas histórias e os métodos de como incorporaram o Evangelho em seu casamento, na forma de criar os filhos, nos relacionamentos e em tudo o que fazem. Eles também sentiram dificuldades, sabem que não é uma tarefa fácil. Foram empáticos ao ouvir sobre a realidade de nossas vidas, mas, como cristãos, nos ensinaram que precisamos perseverar e suportar os tempos difíceis”, relata Pam.</p>
<p>Robb e Ruth aprenderam ao longo da vida e através das experiências na carreira médica, mas não tiveram nenhum treinamento como conselheiros. Os retiros de final de semana não são destinados a casais em crise e não substituem a necessidade do aconselhamento de casais. Em vez disso, o casal Brandt simplesmente compartilha princípios bíblicos de sua própria experiência.</p>
<p>“Na realidade, quando convidamos pessoas para estes retiros, sempre excluímos as que são consideradas fortes candidatas para aconselhamento. O que dizemos aos casais é que é um retiro para compartilhar princípios bíblicos para famílias”, relata Robb.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Vá e faça o mesmo</span> &#8211; O próximo objetivo do casal Brandt é “passar o bastão”. Alguns casais já expressaram o desejo de realizar Retiros Familiares, Robb e Ruth adorariam ver mais e mais casais neste projeto.</p>
<p>“Sabemos que Deus nos deu uma boa idéia e agora temos a oportunidade de provar que é válida, prática e efetiva para o ministério. Nossa maior alegria seria ver outros casais fazendo isto: participando dos retiros em nossas casas, voltando para suas comunidades e fazendo o mesmo”, afirma Robb.</p>
<p>É exatamente o que Ed e Annie Knotts estão fazendo. Freqüentam a mesma igreja que o casal Brandt e moram a alguns quilômetros de distância. Quando construíram sua casa há alguns anos, um de seus objetivos era receber casais para Retiros Familiares. O retiro do qual Mike e Pam Sear participaram aconteceu na casa dos Knotts, e foi ministrado pelo casal Brandt.</p>
<p>“É incrível como estes retiros desenvolvem amizades para a vida toda. Existe um grupo em particular, que desde a sua realização já fez diversos outros encontros juntos”, disse Annie.</p>
<p>Robb e Ruth recomendam que um casal interessado trabalhe em sua igreja local, tanto para ter credibilidade quanto para prestar contas. A igreja de Robb e Ruth promove retiros e recruta casais. O trabalho de vários casais em conjunto, em vez de apenas um casal, tem sido realmente melhor.</p>
<p>“Por exemplo, talvez exista um casal que tenha uma ótima casa para receber os participantes para o retiro. E pode ser um casal diferente que tenha o dom da liderança. Outros casais podem ficar responsáveis pelas crianças, pela alimentação. Existem diversas maneiras de dividir as tarefas”, relata Robb.</p>
<p>Outro ponto atrativo: este não é um compromisso que consome todo o seu tempo. O casal Brandt realiza entre três e seis grupos de Retiros Familiares por ano, alguns na fazenda, outros em casas de membros da igreja, geralmente na primavera e no outono. “Não é como ser professor de escola dominical, onde você precisa estar todo domingo de manhã. São retiros planejados. Pessoas podem ter ministérios significativos, mas que são realizados esporadicamente”, explica Robb.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Impacto permanente</span> &#8211; Para o casal Brandt, o que mantém acesa a chama da motivação de expandir o ministério são os constantes retornos que recebem. Um exemplo típico é de um marido que disse a Robb anos depois do retiro: “Sabe, aquele retiro trouxe uma mudança permanente para o meu casamento.”<br />
Mike e Pam Sear freqüentaram o retiro no último outono quando se sentiam “travados na jornada espiritual. Queríamos construir nosso relacionamento com Deus, mas realmente não sabíamos como e onde começar”, relata Pam.</p>
<p>Hoje, oram de mãos dadas como casal e têm um tempo devocional em família todas as noites. Estão envolvidos em um pequeno grupo de estudo bíblico. Atribuem estas mudanças ao que viram e aprenderam no modelo de Robb e Ruth. Pam afirma: “Eles são incríveis, muito amados. Não nos intimidam ou julgam. Simplesmente querem o melhor para o nosso casamento, família e futuro na eternidade. Representam o casamento em toda a sua glória.”<br />
<br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">Jim Killam é professor de jornalismo na Northern Illinois University.</span></p>
<div style="text-align: center; font-family: Times New Roman,Times,serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: bold;">Como funcionam os Retiros Familiares</span><br />
</span></div>
<div style="text-align: center; font-family: Times New Roman,Times,serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: italic;">Um esboço do casal Brandt para retiros familiares</span><br />
</span></div>
<p><span style="font-size: small;"><br />
Para um retiro familiar, o casal Brandt diz que três ou quatro casais é o tamanho ideal. Casais geralmente são da igreja local, mas muitas vezes receberam convidados de outros lugares. Muitas vezes os casais não se conhecem antes do retiro.</p>
<p>* O retiro começa às 7:30 da noite na sexta-feira, com petiscos e uma atividade “quebra-gelo”. Aos sábados de manhã, há um devocional sobre relacionamento com Cristo, oportunidade para que estes relacionamentos sejam revistos e restaurados. “É um exercício para não deixarmos nada passar, para darmos valor a tudo isto”, diz Robb. “Muitas vezes pensamos que as pessoas que freqüentam o grupo são cristãos, mas às vezes descobrimos que existe dúvida em alguns casos. Então damos a oportunidade para que cada um entregue sua vida a Cristo ou para que reafirme seu compromisso com Jesus.”</p>
<p>* Sábado à tarde, o assunto é a relação marido e mulher, pais e filhos. Isso dependerá da idade dos participantes, do estágio do casamento e se já têm filhos ou não. “Os que mais se beneficiam deste momento são casais jovens com filhos pequenos”, diz Ruth.</p>
<p>* Intimidade sexual é outro assunto abordado. “Separamos os homens e as mulheres para a conversa”, diz Robb, acrescentando que as discussões são abertas e têm como objetivo encontrar soluções em conjunto.<br />
Dois intervalos com duração de duas horas cada são estabelecidos durante o dia. Os casais caminham juntos, andam de pedalinho no lago, etc. Estes intervalos é para que os casais considerem juntos e em oração os assuntos que foram abordados, para concluir: “Como podemos tornar isto realidade em nossa casa?”.</p>
<p>* Sábado à noite, o tema é evangelismo. “É como construir uma pirâmide. Se você já falou sobre os demais assuntos que envolvem a família, então você já tem uma família que tem algo a oferecer para seu próximo”, diz Robb.</p>
<p>* Domingo de manhã há um grande café-da-manhã seguido por um momento considerado especial e gratificante por Robb e Ruth. Cada pessoa deve compartilhar pelo menos um objetivo para seu casamento e família. “Isto quase sempre termina em choro, momentos emotivos”, diz Robb. Ninguém é pressionado a falar, mas costuma ser o momento onde os casais se abrem mais uns com os outros.</p>
<p>* Domingo à noite, os casais retornam às suas casas para um tempo de qualidade com seus filhos e para falar sobre o fim de semana e as mudanças propostas para sua vida familiar.</p>
<p>O evento custa aproximadamente 25 dólares por pessoa, o que cobre a despesa com a alimentação e com o material. A igreja do casal Brandt cobre todos os outros gastos. Robb e Ruth não gastam um centavo. A igreja também mantém um fundo destinado a oferecer a possibilidade do retiro para casais que queiram participar ou que queiram ser anfitriões de retiros.<br />
“Um de nossos pilares filosóficos neste ministério é a relação custo-benefício”, diz Robb. “É importante usarmos nossas próprias casas, comer alimentos simples, fazer tudo de forma simples para que qualquer pessoa possa participar.”<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: small;">— J.K</span></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.montesiao.org.br/casais/construindo-retiros-familiares/' addthis:title='Construindo Retiros Familiares ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Calculadora do divórcio</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 04:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monte Siao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[calculadora]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
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		<description><![CDATA[Calculadora do divórcio
Economista americana desenvolve ferramenta virtual capaz, segundo ela, de avaliar chances de um casal se separar.
A economista americana Betsey Stevenson desenvolveu uma curiosa “calculadora do casamento”, instrumento capaz, segundo ela, de prever as chances que um casal tem  &#8230; <a href="http://www.montesiao.org.br/casais/calculadora-do-divorcio/" class="continue-lendo">Continue lendo... <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calculadora do divórcio<br />
Economista americana desenvolve ferramenta virtual capaz, segundo ela, de avaliar chances de um casal se separar.</p>
<p>A economista americana Betsey Stevenson desenvolveu uma curiosa “calculadora do casamento”, instrumento capaz, segundo ela, de prever as chances que um casal tem de se divorciar. A ferramenta, disponível na internet, funciona com uma comparação de estatísticas dos divórcios realizados nos Estados Unidos com os dados fornecidos pelos usuários. O “cálculo” resulta da análise de informações como idade, tempo de casamento, número de filhos e grau de escolaridade dos consulentes. Estas informações são comparadas com estatísticas do Censo americano sobre os divórcios no país. Dessa forma, o usuário da calculadora recebe uma estimativa do percentual de pessoas com perfis similares que se divorciaram no passado – e, assim, pode fazer projeções sobre as chances de seu casamento chegar ao fim dentro dos cinco anos seguintes.</p>
<p>“O passado está sendo usado para determinar o futuro com essa calculadora”, diz G.Cotter Cunningham, diretor do site divorce360.com, que hospeda a ferramenta. Segundo Betsey Stevenson, pesquisadora da Universidade da Pensilvânia e especialista em casamentos e divórcios, o risco de divórcio é menor para pessoas que possuem pelo menos grau superior de escolaridade e que se casam mais velhas. De acordo com a especialista, entre as pessoas que se casaram nos últimos anos, a taxa de divórcio é menor entre aquelas que entraram no matrimônio depois dos 30 anos. Então, dá um conselho: “Eu aconselharia meus amigos a casarem quando estiverem mais velhos”, diz a economista, bem humorada.</p>
<p>(Fonte: BBC Brasil)</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.montesiao.org.br/casais/calculadora-do-divorcio/' addthis:title='Calculadora do divórcio ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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